sábado, setembro 27, 2008

Treblinka - o 2º maior campo de extermínio nazi depois de Auschwitz


(Tradução minha)

«Segundo Jean Francois Steiner, que escreveu um livro chamado "Treblinka", com prefácio de Simone de Beauvoir, os prisioneiros privilegiados no campo tinham uma “boa vida”. Era-lhes permitido, a todos, casar no campo, e o comandante do campo, Kurt Franz, dirigia as cerimónias de casamento. Depois de uma celebração de um casamento, os prisioneiros tiveram a ideia de fazer uma “espécie de cabaré,” onde havia música, dança e bebidas nas noites de Verão.»

Do site CountryTimes.com:

Treblinka foi um campo da morte localizado a cerca de 100 quilómetros de Varsóvia, na Polónia, e uma das mais cruéis instalações criadas para levar a cabo a “solução final”. Treblinka, que esteve em operação de Julho de 1942 até Outubro de 1943, foi o lugar onde aproximadamente 870,000 Judeus foram assassinados.

“Dachau, em comparação, era um hotel,” afirmou o sobrevivente de Treblinka, Edi Weinstein. “Treblinka era pior que Auschwitz. Em Auschwitz eles matavam as mulheres, as crianças e os velhos imediatamente, mas ficavam centenas de milhares de outros a trabalhar nas indústrias (à volta do campo de concentração). Quando se vêem fotografias de prisioneiros com números tatuados (em Auschwitz), esses eram trabalhadores. Em Treblinka não havia nomes, nem havia números – matavam toda a gente. Alguns Judeus eram colocados a trabalhar, mas apenas para matar os outros.” Na verdade, nos meses finais do campo, 99% das vítimas morria num espaço de duas horas depois de chegar a Treblinka.


Retirado do site scrapbookpages.com:

Treblinka ficou apenas atrás de Auschwitz no número de Judeus que foram mortos: aproximadamente 870,000 comparados com os cerca de um milhão e cem mil em Auschwitz. Raul Hilberg, defendeu no seu livro em três volumes, "The Destruction of the European Jews" [A destruição dos Judeus Europeus], que existiam seis centros de extermínio nazis, incluindo Treblinka. Os outros campos de extermínio eram Belzec, Sobibor, Chelmno, Majdanek and Auschwitz-Birkenau, todos eles localizados no que é hoje a Polónia.

O primeiro comandante do campo da morte de Treblinka foi o SS-Obersturmführer (primeiro-tenente) Irmfried Eberl, que esteve nesse cargo de Julho de 1942 até Setembro de 1942. Teve como sucessor o Obersturmführer Franz Stangl, que foi comandante do campo desde Setembro de 1942 até Agosto de 1943. Antes de estar à frente do campo de Treblinka, Stangl foi comandante do campo da morte de Sobibor e, antes disso, fazia parte do grupo de trabalho de Schloss Hartheim, onde os deficientes mentais e físicos alemães eram enviados para serem gaseados.

Franz Stangl foi prisioneiro dos Aliados depois da Guerra, mas foi libertado dois anos depois sem ter sido levado a julgamento. A seguir à sua libertação, foi para Itália onde foi ajudado pelo Vaticano a fugir para a Síria, onde viveu com a sua família durante três anos. Em 1951, foi para o Brasil onde viveu usando o seu nome verdadeiro.

Stangl era natural da Áustria, mas, durante anos, as autoridades austríacas recusaram-se a levá-lo a julgamento pela morte de milhares de Judeus em Treblinka. Finalmente, em 1961 foi emitida uma ordem de prisão pelo assassínio de milhares de Judeus em Treblinka. Mas foi só ao fim de seis anos que Franz Stangl foi capturado no Brasil pelo famoso caçador de nazis, Simon Wiesenthal; Franz Stangl trabalhou numa fábrica da Volkswagen em São Paulo, usando sempre o seu nome verdadeiro.

Franz Stangl foi levado a tribunal na Alemanha Ocidental, acusado da morte de 900,000 pessoas em Treblinka, Sobibor e Schloss Hartheim. Stangl confessou os assassínios, mas disse em sua defesa, “a minha consciência está limpa. Só fiz o meu dever...”

Depois de um julgamento de seis meses no tribunal alemão, Stangl foi considerado culpado a 22 de Outubro de 1970, e sentenciado a prisão perpétua em 1971; morreu na prisão em Dusseldórfia a 28 de Junho de 1971.


O terceiro e último comandante de Treblinka foi o SS-Untersturmführer (segundo-tenente) Kurt Franz que esteve no cargo de Agosto de 1943 até 3 de Outubro de 1943. Franz era um homem bem-parecido e tinha por alcunha junto dos prisioneiros o nome "Lalka". Lalka é o termo polaco para boneco. A palavra alemã para boneco é Puppe, um termo ridículo quando aplicado a um homem.

Depois da guerra, Kurt Franz foi julgado num tribunal alemão, a par de outros nove oficiais alemães que trabalharam em Treblinka; foi sentenciado a prisão perpétua. A matança de Judeus em Treblinka não o preocupou minimamente; o álbum de fotografias que ele compilou enquanto trabalhou no campo como ajudante de Franz Stangl, e mas tarde como comandante, tinha por título "Schörne Zeiten", que significa Bons Tempos.

Tal como no campo de concentração de Buchenvald, o campo de Treblinka tinha também um jardim zoológico para entretenimento do pessoal das SS e de alguns prisioneiros privilegiados, chamados Kappos, que ajudavam os alemães no campo. Treblinka também tinha uma orquestra e um bordel para o pessoal das SS.

Segundo Jean Francois Steiner, que escreveu um livro chamado “Treblinka,” com prefácio de Simone de Beauvoir, os prisioneiros privilegiados no campo tinham uma “boa vida”. Era-lhes permitido, a todos, casar no campo, e Kurt Franz (o comandante) dirigia as cerimónias de casamento. Depois de uma celebração de um casamento, os prisioneiros tiveram a ideia de fazer uma “espécie de cabaré,” onde havia música, dança e bebidas nas noites de Verão.


O seguinte é citado do livro de Steiner:

Quando “Lalka” ("Boneco" - o comandante Kurt Franz) ouviu falar sobre o que se passava, longe de o proibir, arranjou, ele próprio, bebidas e encorajou os homens das SS a participar. O primeiro contacto foi pouco cordial, mas os homens das SS sabiam como fazer as pessoas esquecerem-se de quem eles eram, e rapidamente a sua presença foi ignorada. Para além das danças, havia também números de cabaré. O gelo quebrou-se entre os Judeus e os homens das SS. Este facto não evitava que os SS assassinassem os Judeus durante o dia, mas a perspectiva de terem companhia para a festa daí a algumas horas, suavizou-os.

[...]

O ponto alto das festividades foi inquestionavelmente o aniversário de Arthur Gold (um músico famoso Judeu de Varsóvia). Um imenso buffet foi colocado na oficina do alfaiate, que os oficiais das SS decoraram eles próprios. Convites escritos à mão foram enviados a cada membro da aristocracia do campo. Foi o maior acontecimento social da época e todos estavam desejosos de usarem as suas melhores roupas [...] As mulheres arranjavam o cabelo umas às outras e vestiam os melhores vestidos da loja, roupa simples para as raparigas e decotadas para as mulheres. [...] Arthur Gold superou-se a si mesmo nos brindes que precederam as festividades. Ele insistia em agradecer aos alemães pela maneira como estes tinham tratado os Judeus.

[...]

Uma noite, um ucraniano trouxe um acordeão e os outros começaram a dançar. A cena atraiu alguns Judeus que, no princípio do Verão, estavam cada vez mais desconfortáveis no seu “cabaret.” As noites eram suaves e estreladas, e se não fosse pelo fogo perpétuo que se espalhava pelos céus, com as suas longas chamas [os corpos dos prisioneiros Judeus gaseados eram queimados em duas grandes piras], julgar-se-ia que se estava numa praça de uma qualquer vila ucraniana no pico de Verão. Estava lá tudo: a fogueira, a dança, as saias multicoloridas e a frescura da noite. As amizades surgiram. Só pelo facto de que, todas as manhãs, alguns homens iriam matar outros homens, tal não era razão para ficar de mau humor.
.

29 comentários:

Ana Camarra disse...

diogo

Admito que haja muita mistificação e mentira na história.
Nada de novo.
O meu visitou Auschwitz-Bikernau, nunca mais conseguiu ver um filme com a temática do Holocausto.
Só a a ideia de campos de exterminio é uma coisa pavorosa.
Não foram só Judeus, foram todos os que de alguma forma estavam a mais para a máquina nazi.

beijo

Diogo disse...

Ana,

Esta história, é a história mais mal contada que já encontrei na minha vida. Obviamente, hoje em dia, os campos de concentração são campos-espectáculo-piedade. Mostram-se fotografias, cabelos, sapatos, roupas, latas de Ziclon-B, mas esquecem-se de falar no contexto:

As fotografias mostram o quê? Pessoas gaseadas ou mortas pelo tifo? Os sapatos e as roupas? Qualquer pessoa que vá parar a uma prisão veste a farda de prisioneiro. Os cabelos? Era sabido que, por causa dos piolhos, todos os recém-chegados tinham de cortar o cabelo.

O Ziclon-B era usado para desinfectar as roupas. Há suficientes testemunhos que dizem isso mesmo.

As contradições dos Aliados, dos julgamentos de Nuremberga (e outros), das testemunhas e a observação directa dos campos indica isso mesmo: os gaseamentos nunca existiram.

Apache disse...

“Este facto não evitava que os SS assassinassem os Judeus durante o dia, mas a perspectiva de terem companhia para a festa daí a poucas horas, suavizou-os um bocado.”
(…)
“As amizades surgiram. Só pelo facto de que, todas as manhãs, alguns homens iriam matar outros homens, tal não era razão para se ficar de mau humor.”
Estas frases fazem tanto sentido como algumas do “Inginheiro”…

Outra coisa que nunca percebi nesta “estória” dos gaseamentos foi o uso do Zyklon B, um pesticida cuja composição continha ácido cianídrico. Se queriam envenenar os judeus porque não usaram o ácido cianídrico concentrado? Ou outro qualquer veneno muito mais letal que o pesticida? O Zyklon B seria mais barato? Mas as quantidades a usar, para atingir a dose letal, tinham de ser muito elevadas, se o objectivo não era apenas o de matar os parasitas para quê usar um veneno “pouco” potente?

alf disse...

Que tivessem morto judeus não me surpreende minimamente. A guerra fez-se para obter «espaço vital». Nós agora é que andamos muito distraidos, mas o problema da sobrepopulação foi sempre uma espada pendurada sobre a cabeça da humanidade. Há milénios que a história da humanidade é a história da luta contra a sobrepopulação. Mataram judeus, mataram ciganos e mataram russos. Eram isso que tinham planeado fazer logo de inicio, para «ajustar a população mundial».

Com a exploração do carvão, a disponibilidade de energia e a consequente revolução industrial veio permitir uma população muito maior do que existia, por isso «esquecemo-nos» desse problema. Mas ele está de novo a bater à nossa porta e agora, graças este «esquecimento», com proporções inimagináveis. Num mundo que já não tem energia para a população actual, esta continua a aumentar 80 milhões de pessoas por ano. E vai ter de diminuir! Imaginem lá quantos vão ter de morrer. E quem.

Anónimo disse...

“Só pelo facto de que, todas as manhãs, alguns homens irem matar outros homens, tal não era razão para se ficar de mau humor.”

Custa a engolir...

Desde quando num campo de concentração, numa guerra com prisioneiros, o retrato de um bem estar é assim tão pacifico como aqui descreves?

No mínimo tens regras protocolares que deves obedecer e cumprir, mesmo considerando prisioneiros de guerra, quanto mais num aglomerado imenso de judeus e outros mais rejeitados pela maquina económica de Hitler...

Ainda por cima, tens momentos idílicos descritos aqui…

A fome, os trabalhos forçados, doenças, enfim, mesmo com regras de protocolo, que cumprissem (duvido), per si, não fazem desse espaço um espaço pacífico, com “(…) a fogueira, a dança, as saias multicoloridas e a frescura da noite.”

Observa exemplos de outros campos de prisioneiros de guerra, ingleses, por exemplos e convence me que estou errada...

Mita

Ana Camarra disse...

Diogo

Mal contada como tantas outras não duvido, mas qual a tua teoria, não existiu?

Custa-me a crer.

Sinceramente, acho que tenho um espirito aberto, acho que a história, regra geral é escrita por quem vence e logo parcial.
Mas ainda assim.

beijocas

xatoo disse...

o Nazismo nada teve a ver com «ajustar a população mundial»,como diz o Alf, o único problema que se pôs na época foi a construção de um Império (como aquele que tinha Sua Alteza Britânica - uma questão de mercado, portanto) e foi por isso, nessa competição a que se adicionava o ressentimento pela derrota da Alemanha em 1918, que os dois gigantes industrializados entraram em guerra, acicatados pelos judeus do lado de lá do Atlântico.
O problema do excesso de população controla-se pela imposição de taxas de natalidade consoante as regiões (como se está a fazer na China); não é preciso ressuscitar Malthus.
Mas, atendendo que já quase quase se atingiu a situação de "Império Global" cuja forma não é muito diferente daquela que seria se fosse Hitler a ter ganho a guerra, há uma visão catastrofista ficcionada salvo erro por Susan George onde se afirma que os Neocons têm um plano de exterminação da população mundial (através das epidemias, do abandono à pobreza, das guerras, etc ) que pretende colocar o planeta com apenas 4 biliões de pessoas: um número de cálculo concebido para que o capitalismo seja viável.

Ana Camarra disse...

xatoo

Vou por aí também.

Diogo disse...

Ana Camarra,

Eu sei que parecerá absurdo a quem nunca ouviu outra versão, mas as câmaras de gás, e o extermínio deliberado da população judaica nunca existiu na Alemanha nazi.

Gostaria que lesses com atenção este meu post: O Estado de Israel, ou a edificação de uma base militar junto das ricas jazidas petrolíferas do Oriente Médio.

Só assim é possível explicar.

beijo

xatoo disse...

Curioso;
andava ali a dar uma voltas sobre a tentativa de coligação do candidato presidencial norte americano Charles Lindbergh com o regime de Hitler - quando deparei com isto, que tem alguma afinidade com as experiências realizadas por Mengele
"Lindbergh and fascist eugenicist Alexis Carrel, with their perfusion pump at the Rockefeller Institute in Manhattan"

Johnny Drake disse...

Mais do que os surprendentes discursos e testemunhos de "sobreviventes", é a surpreendente falta de credibilidade dos mesmos porque... raramente são verificados ou comprovados! Pessoas que foram ostracizadas, perseguidas, privadas dos mais básicos direitos, não terão, certamente, palavras simpáticas quando descrevem os responsáveis por isso.

Se os testemunhos bastassem para provar o que quer que seja, todas as histórias sobre OVNIS, por exemplo, seriam verdadeiras! Pois existem... testemunhos! O processo "CasaPia" já teria terminado... Com tantos "testemunhos"... Mas não. Apenas e somente para o Holocausto servem os testemunhos. Para mais nenhum outro processo ou facto histórico! Também existem testemunhos que afirmam nuncar ter visto qualquer câmara de gás. Por que ninguém lhes dá credibilidade? Até a Cruz Vermelha tem relatórios sobre isso!
E porque ninguém está autorizado a investigar os "pseudoprocessos de assassínio em massa" através de câmaras de gás? Como se explica que podemos estudar dinossauros com milhares de anos e não podemos pesquisar os locais que serviram, supostamente, de câmara de gás?!...
É tudo muito estranho...

Diogo disse...

Caro Drake,

Nada se pode investigar em relação ao holocausto porque este deixou de ser um crime contra a humanidade para passar a ser uma religião. E as religiões não gostam de perder os seus dogmas nem os seus dividendos.

Johnny Drake disse...

Sugiro a todos a leitura deste livro: "A Indústria do Holocausto" de Norman Finkelstein - vejam aqui http://www.dissidentvoice.org/2008/09/an-interview-with-norman-finkelstein/ uma das suas muitas entrevistas ou consultem aqui http://www.normanfinkelstein.com/ o seu site.
Para que percebam que, na realidade, o Holocausto passou a ser uma religião...

alf disse...

xatoo

4 biliões de pessoas? Que optimismo... isso ainda é muita gente a mais! Mas muito interessante isso, vou à procura.

A ideia do Império, nessa altura como hoje, estava bem presente nos desejos dos maiores; mas há outras maneiras de fazer impérios. O problema populacional era uma preocupação obsessiva dos teóricos da sustentabilidade, dos alemães e dos japoneses. Claro que nunca foi declarado que havia esse objectivo, eu é que estou convencido disso por várias coisas que vi.

Não se pode controlar a população como os chineses o fizeram - só os chineses o conseguem fazer! Numa democracia, isso é completamente impossível, as outras ditaduras são em países atrasadas sem capacidade de implementar medidas dessas. Não há qq hipótese de controlar a população sem ser por epidemia, pobreza, fome, guerra ou catástrofe natrural.

Anónimo disse...

O caro Diogo é judeu/ é meio judeu/ ou é coisa nenhuma!?
Sim porque como agora os judeus estão na berra,pelo estado caótico em que o Mundo se encontra, responsabilidade dos ganânciosos, avaros e furretas judeus.
Agora como é moda, dentro das modas aparecem sempre, uns quantos iluminados a dizerem de dedo espetado no ar, hei… Voçês aí, Eu também sou qualquer coisa, neste caso judeu.
Pois é… MODAS.

Já agora caro senhor ou menino…Compara os portugueses imigrados noutros países aos negros? Haja paciência com estes analfabetos iluminados.
Um português é a mesma coisa noutro país que os assassinos e criminosos negros e brasileiros, que estão a invadirem Portugal?
Se é então você é o único igual e parecido a eles e com eles.

Anónimo disse...

Anônimo,
Entendo que o senhor não deve ter muit educação.Nem berço.A frase "assassinos e criminosos negros e brasileiros" mostra quanto covarde e medroso tu és.O seu país é bonito, mas é pequeno.Quando Portugal mandou os malfeitores para o Brasil, quando a Familia Real fugiu para lá, levou também seus costumes e tradiçoes.Lave a boca para falar do Brasil e dos brasileiros.Temos muitos problemas, mas nenhum parecido com o seu.Graças a Deus!!!

DaniHELL disse...

"...os gaseamentos nunca existiram..."
???
É cada um que tenho que ouvir. Zyklon B para desinfetar roupas? As pessoas tem de parar de ler materias em sites pró-nazi e simplesmente ver os fatos, que esses respondem todas as perguntas por si.

Fer Vogler disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Johnny Drake disse...

Fer Vogler,

como historiadora acha normal que o único facto histórico que não permite discussão seja o Holacausto?

Como historiadora acha normal que qualquer dúvida ou questão ao facto histórico denominado "Holocausto" seja considerado "negacionismo, anti-semitismo, racismo", etc.?

Como historiadora acha normal que se multem e prendam pessoas porque têm uma interpretação diferenta daquele facto histórico?

Como historiadora que conhecimentos extras tem a senhora (sobre Química ou Estatística ou Demografia, por exemplo) para afirmar que se pode matar aquela quantidade de seres humanos com Zyclon B?

Como historiadora pode elucidar então um "leigo" como eu sobre a "câmara de gás" de Dachau?

Tenho muitas e mais perguntas para lhe fazer como historiadora, mas vou esperar que tenha resposta primeiro para estas.

Obrigado.


JD

Anónimo disse...

realmente penso uma coisa:os nazistas fizeram horrores contra os judeus mas os eua,tem la um pouco de culpa no cartorio,eles poderiam ter impedido milhoes de mortes caso tivessem feito bombardeios contra os campos de concentraçoes no periodo de 1944/45.ao inves disso preferiram atacar a populaçao civil das granders cidades da alemanha...

Anónimo disse...

O que o Apache disse n muda o resultado do crime nazista contra os Judeus...mais de 6 milhoes de pessoas morreram,independentemente de terem sido envenenadas por ziklon-b ou não...A perseguição,e o aprisionamento de pessoas em guetos e ou campos de concentrações imundos,onde sofreram toda especie de infortunios ja seria um crime...

Anónimo disse...

O que o Apache disse n muda o resultado do crime nazista contra os Judeus...mais de 6 milhoes de pessoas morreram,independentemente de terem sido envenenadas por ziklon-b ou não...A perseguição,e o aprisionamento de pessoas em guetos e ou campos de concentrações imundos,onde sofreram toda especie de infortunios ja seria um crime...

Anónimo disse...

O que o Apache disse n muda o resultado do crime nazista contra os Judeus...mais de 6 milhoes de pessoas morreram,independentemente de terem sido envenenadas por ziklon-b ou não...A perseguição,e o aprisionamento de pessoas em guetos e ou campos de concentrações imundos,onde sofreram toda especie de infortunios ja seria um crime...

danilo disse...

esse sr ou sra anónimo....onde se encontra??? e porque nao tem nome???afinal......a 2a guerra é somente o holocausto....alguém tem a informação sobre o motivo da 2a guerra???e por favor..não me digam que os judeus tinham o poder absoluto das finanças...porque se laguém pretendeu acabar com ess poderio..enganou-se.ele continua ai!!para quem quiser ver. mas..o que será feito com o grande latifundiário?? se algume quer ignorar o holocausto...pode também ignorar a guerra do vietnam, a morte de 70 milhões de chineses na era mao, os 20 milhoes que o stalin mandou matar.....e por fim..as cruzaqdas.na idade média..e a inquisição!!! será que há testemnho da inquisição???da guerra dos cem anos???onde estão os escritos???afogados no oceano pacífico???
obrigada pela atenção miriana.

danilo disse...

por favor..desculpem-me a digitação!!! errei muito. obrigada miriana.

Anónimo disse...

Em termos de história, 67 anos (final da Segunda Guerra) não significa muito. Como pode algo, o holocausto, que aconteceu, ou para alguns não, causar tanta controvérsia.
Ora, há inúmeras filmagens e relatos de sobreviventes dos chamados "campos da morte" que Hitler e seus asseclas colocaram a funcionar para a chamada, por eles de "solução final da questão judaíca". O próprio Hitler em seu livro "Minha Luta" preconiza a exterminação, não só de judeus, mas de ciganos, homosseuais ou qualquer outro que a ele se opunha, pregava a supremácia da raça por ele chamada de "ariana".
Se não crêem em algo que aconteceu a há cerca de 67 anos, como podem esses acreditar em algo que aconteceu há 2012 anos (o nascimento do Salvador), desse tempo não há filmagens, fotos....apenas testemunhos que nos foram deixados no livro sagrado

Anónimo disse...

A matança generalizada dos judeus na Segunda Guerra Mundial pelos alemães foi realmente uma das piores tragédias calamitosas da humanidade. Adolph Hitler possuía um ódio gigantesco pelos judeus e estes nada fizeram de ruim para toda a população deste mundo. O fato é que Hitler possuía uma gigantesca vontade de beber o sangue das pessoas que ele não apreciava. Acabou morrendo com uma idade ainda possível de viver muitos anos. A Alemanha ficou destruída, principalmente Berlim que levou muitos anos para esconder os escombros daquela guerra sem nenhum motivo, simplesmente por causa de um doido varrido no poder. Bem por isto a população de qualquer país deve e pode tomar como lição na hora de votar no seu candidato, procurando e investigando quem é quem na política. Nunca votar em um candidato suspeito e os gritos de Adolph Hitler eram na verdade uma enorme mentira, que o povo alemão daquela época caiu no conto do vigário. Hitler foi tão mentiroso que possuía uma falsa amizade aos bispos e padres sem "tempo" para entrar numa igreja e rezar.

José Lucas disse...

Pois é assim. AZinda não sei qual permanece mais, se a ignorância se o reaccionarismo branqueador. Comentaristas de sofá, nunca la estiveram, não passam de dejectos da natureza. Os testemunhos de Phillipe Muller, Samuel Willenberg, Richard Glazar, Rudolph Vra, Shlomo Venezia e outros. Aos milhares de fotografias e documentos que ilustram o maior crime da Humanidade não contam para nada. Francamente quem são estes primitivos, primatas, piores do que macacos. Quem é o "iluminado" que "tão bem" definiu o Zicklon B ? Não sabe que este foi desenvolvido por uma empresa em Hamburgo e não passou de um teste horrível com provas dadas. Não se experimentou os fornos crematórios inventados pelon Engº Kurt Prufer da Topf & Sons e porquê? Porque Himmler apaqdrinhou tel "descoberta" ? Porque a Waffen SS já não podia suportar do ponto de vista psicológico os fuzilamentos em massa practicados pelos Ensatzgruppen. Porque existiram campos de extermínio ? São diferentes de campos de concentração. Porque eles foram o resultado da Conferência de Wannsee dirigida por Heydrich e Eichmann aonde se decidiu a solução final. Com o assassínio de Heydrich por patrioras checos foi decidida a Operação Reinhard composta pelos campos de esxtermínio de Belzec, Sobibor e Treblinka com uma vida extremamente curta e um tamanho reduzido apenas destinados ao extermínio puro. Religião isto? só posso responder com a máxima de Aristófanes grande cramaturgo grego do séc.III antes de Cristo:
A juventude......amadurece. A imaturidade......paqssa, A embriaguez......cura-se, A Ignorância....educa-se.Mas a ESTUPIDEZ.....bem, essa permanece até ao fim da vida.
Espero que estes imbecir tenham lido o Triumfo dos Porcos de George Orwell e se sintam perfeitamente retratados, já que nem para matadouro servem.

Cumprimentos aos macacos,

José Lucas

Sandro Neri disse...

OK que razão da os ser humano se é que assim pode ser tratado. Os monstro nazista e como Mussoline Estailem e mesmo ditadura no Brasil. Reduzir a raça humana ou fazer subemeterçe a outros ou matado inocentes essa pessoas que agem assim tem a mente demoníaca, prazer em matar e torturar.