José Sócrates
Analisado à lupa pela sociedade civil
Um trafulha:
Miguel Sousa Tavares: «Todos vimos nas faustosas cerimónias de apresentação dos projectos [Ota e TGV], [...] os empresários de obras públicas e os banqueiros que irão cobrar um terço dos custos em juros dos empréstimos. Vai chegar para todos e vai custar caro, muito caro, aos restantes portugueses. O grande dinheiro agradece e aproveita.»
«Lá dentro, no «inner circle» do poder - político, económico, financeiro, há grandes jogadas feitas na sombra, como nas salas reservadas dos casinos. Se olharmos com atenção, veremos que são mais ou menos os mesmos de sempre.»
Um larilas:
Santana Lopes, não se coibiu de criticar o seu opositor [Sócrates] fazendo referências aos seus hábitos sexuais. Quem não se lembra da história dos "colos" de Santana Lopes, que era um homem à antiga, que preferia os colos femininos, ao invés do seu opositor [Sócrates], que preferia "outros colos"?
Um filho da mãe:
Fernando Charrua reafirmou que o seu comentário "F. da P. (filho do pai) sobre Sócrates foi feito em privado, dentro de quatro paredes de um gabinete, a um amigo de longos anos e à hora do almoço".
"Bem diferente é o caso da directora regional, que em público gracejou acerca do mesmo assunto", salientou, acrescentando que Margarida Moreira "se encontrava no jantar como directora regional de Educação do Norte, ou seja, representando a ministra da Educação e o Governo de Portugal". "Se dúvidas ainda houver, possuo provas quanto a datas, testemunhas e quanto ao que ali foi proferido".
Um engenheiro adulterado:
Balbino Caldeira - o percurso académico do primeiro-ministro vem dar razão ao clamor público, nos blogues, nas notícias de jornais, nas rádios, TVs e nas ruas, para que as dúvidas fossem investigadas.
... o percurso académico do primeiro-ministro de Portugal não pode estar sujeito à dúvida. Nem o primeiro-ministro na entrevista de 11-4-2007 à RTP-1 dissipou essas dúvidas, tendo, ao contrário, ainda as aumentado, nem as notas sucessivamente contraditórias do seu Gabinete forneceram o esclarecimento cabal do caso.
Comentário:
Será Sócrates um mandatário dos ladrões da alta finança e dos grandes empresários da construção como afirma categoricamente Miguel Sousa Tavares, um larilas como sugeriu Santana Lopes, um filho da mãe como gracejou Fernando Charrua ou um engenheiro abastardado como blogou Balbino Caldeira?
Não obstante as críticas torpes que lhe são dirigidas, sou da opinião que a honestidade de Sócrates está ao nível da sua virilidade. Que mais poderíamos desejar para governar este rectângulo à beira-Espanha plantado?
Miguel Sousa Tavares: «Todos vimos nas faustosas cerimónias de apresentação dos projectos [Ota e TGV], [...] os empresários de obras públicas e os banqueiros que irão cobrar um terço dos custos em juros dos empréstimos. Vai chegar para todos e vai custar caro, muito caro, aos restantes portugueses. O grande dinheiro agradece e aproveita.»«Lá dentro, no «inner circle» do poder - político, económico, financeiro, há grandes jogadas feitas na sombra, como nas salas reservadas dos casinos. Se olharmos com atenção, veremos que são mais ou menos os mesmos de sempre.»
Um larilas:
Santana Lopes, não se coibiu de criticar o seu opositor [Sócrates] fazendo referências aos seus hábitos sexuais. Quem não se lembra da história dos "colos" de Santana Lopes, que era um homem à antiga, que preferia os colos femininos, ao invés do seu opositor [Sócrates], que preferia "outros colos"?Um filho da mãe:
Fernando Charrua reafirmou que o seu comentário "F. da P. (filho do pai) sobre Sócrates foi feito em privado, dentro de quatro paredes de um gabinete, a um amigo de longos anos e à hora do almoço"."Bem diferente é o caso da directora regional, que em público gracejou acerca do mesmo assunto", salientou, acrescentando que Margarida Moreira "se encontrava no jantar como directora regional de Educação do Norte, ou seja, representando a ministra da Educação e o Governo de Portugal". "Se dúvidas ainda houver, possuo provas quanto a datas, testemunhas e quanto ao que ali foi proferido".
Um engenheiro adulterado:
Balbino Caldeira - o percurso académico do primeiro-ministro vem dar razão ao clamor público, nos blogues, nas notícias de jornais, nas rádios, TVs e nas ruas, para que as dúvidas fossem investigadas.... o percurso académico do primeiro-ministro de Portugal não pode estar sujeito à dúvida. Nem o primeiro-ministro na entrevista de 11-4-2007 à RTP-1 dissipou essas dúvidas, tendo, ao contrário, ainda as aumentado, nem as notas sucessivamente contraditórias do seu Gabinete forneceram o esclarecimento cabal do caso.
Comentário:
Será Sócrates um mandatário dos ladrões da alta finança e dos grandes empresários da construção como afirma categoricamente Miguel Sousa Tavares, um larilas como sugeriu Santana Lopes, um filho da mãe como gracejou Fernando Charrua ou um engenheiro abastardado como blogou Balbino Caldeira?
Não obstante as críticas torpes que lhe são dirigidas, sou da opinião que a honestidade de Sócrates está ao nível da sua virilidade. Que mais poderíamos desejar para governar este rectângulo à beira-Espanha plantado?













