segunda-feira, março 31, 2008

Richard Perle - Não há fases. Isto é guerra total



Richard N. Perle é um conselheiro político e lobista americano que trabalhou para a Administração Reagan como assistente do ministro da Defesa e, também, no Conselho do Comité Consultivo da Política da Defesa [Defense Policy Board Advisory Committee] de 1987 a 2004. Foi igualmente Presidente desse Conselho de 2001 a 2003 sob a Administração Bush.

O jornalista John Pilger entrevistou Richard Perle em 1987, quando este era conselheiro do presidente Reagan e falava sobre guerra total. Nessa altura, Pilger pensou que ele era louco. Recentemente Perle usou novamente esse termo sobre a «guerra ao terrorismo»

Richard Perle, presidente do Conselho do Comité Consultivo da Política de Defesa do Pentágono, comentou, em finais de 2002, os planos da administração Bush na guerra ao terrorismo:

- «Não há fases. Isto é guerra total. Estamos a lutar contra uma série de inimigos. São imensos. Esta conversa toda acerca de irmos primeiro tratar do Afeganistão, depois, do Iraque, de seguida olharmos em volta e vermos em que pé estão as coisas. Esta é a maneira mais errada de fazer as coisas... se deixarmos a nossa visão do mundo ir para a frente, se nos dedicarmos totalmente a ela, e se deixarmos de nos preocupar em praticar diplomacia elegante, mas simplesmente desencadearmos uma guerra total... daqui a uns anos os nossos filhos cantarão hinos em nosso louvor.»
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12 comentários:

J. Lopes disse...

É tipicamente um judeu neocon a tentar fazer da América uma imagem de Israel, um estado pária empenhado em criar inimigos em todo o lado.

xatoo disse...

Judeus neocons para quem "a terra prometida" é agora o mundo inteiro - numa ideia bíblica desterritorializada do Poder emanado directamente da Thora, via Fox News.

Condor disse...

http://nacionalistas.wordpress.com/2008/04/01/o-bolhao-e-nosso-o-bolhao-e-do-povo/

PintoRibeiro disse...

Hinos? Valha-me Deus...
Abraço,

Ricardo Zenner disse...

E depois a judiaria sionista internacional ainda tenta diabolizar os nazis. Diabos são eles, adoradores de deuses vingativos que aparecem como colunas de fogo (marca luciferina) e lhes prometem o domínio sobre toda a Criação (de Deus Criador). Já os Cátaros franceses e os Templários diziam que havia dois arcanjos caídos após a batalha com São Miguel: Lúcifer e... Jeová. Um acena com a tentação, e o outro faz-se passar por Deus e ameaça com o castigo. Realmente esta é uma dupla infernal.

No ano 70 A.D., os fariseus reescreveram a Tora e nasceu o Talmude, eivado de centenas de regras loucas para todos os actos do quotidiano (já sabemos de onde vem a diarreia legislativa dos globalistas) e de enormidades que fazem parecer os «Protocolos dos Sábios de Sião» um romance suave...

Loucos que parecem estar a entrar num desespero, pois as metas que traçaram para o domínio mundial estão-lhes a fugira das garras. Aproxima-se qualquer coisa que os apavora, e eles parecem baratas tontas aos tiros para todo o lado. Até já os rabis do alto judaísmo os abandonaram (estiveram em Teerão, na conferência sobre a holocoisa).

Porque a Vontade de Deus Criador é avassaladora.

Nicolaias disse...

Estas são as directivas das Nações Unidas, gravadas em pedras, na Georgia, EUA:

www.crystalinks.com/gaguidestones.html

Fialves disse...

1. As considerações de MST são injustas... estes quatro milionários que estão na lista da Forbes deram muito a Portugal. Mesmo Joe Berardo, que é tradicionalmente descrito como um especulador, mantém uma fundação que desempenha um papel notável na Madeira (paga bolsas a mais de 1000 estudantes madeirenses no estrangeiro, financia museus, etc).

2. Américo Amorim e Belmiro fundaram grupos que dão emprego a milhares de portugueses e que constituem uma parte significativa do nosso sector exportador (cortiça, produtos de madeira, novas tecnologias, etc).

3. Quanto a Horácio Roque: fundou um império praticamente do nada, salvando um banco (Caixa Económica do Funchal) da falência... Nenhum deles é perfeito, mas quem de nós o é?

4. Quanto a MST, refira-se que esta crónica está cheia de imprecisões e considerações levianas. A guerra do Iraque não causou a crise, pelo que não se justifica meter tudo no mesmo saco. Aqui vão alguns exemplos da ignorância de MST:

I. «Há centenas ou milhares de milhões de pessoas no mundo inteiro que agora vão pagar a factura dos lucros episódicos da banca e dos amigos de Bush, para quem a destruição e posterior 'reconstrução' do Iraque foi um negócio de mão cheia» - Uma coisa não tem rigorosamente nada a ver com a outra. O subprime não foi causado pela guerra do Iraque. Pode-se argumentar que o aumento do défice norte-americano, devido à guerra, retirou margem de manobra a Washington para lidar com a crise. Mas não foi a guerra a causar a crise.

II. «Com o dólar em queda livre, a Europa vai pagar o reequilíbrio da balança comercial e do défice americano: excelentes empresas portuguesas, a cuja capacidade de reconversão e de inovação deve Portugal muito da recuperação do défice, vão agora ver todo o seu esforço comprometido pela concorrência desleal dos produtos americanos, vendidos mais baratos apenas porque o dólar implodiu» - Se o dólar está em queda livre, não se trata de concorrência desleal, mas de ir a caminho do seu justo valor.

Quanto às empresas portuguesas e europeias que vão sofrer com a crise, há que não esquecer que as facilidades na obtenção de crédito (nunca foi tão fácil obter verbas para investir como nos últimos anos) não beneficiaram apenas os clientes norte-americanos do subprime, mas também essas mesmas empresas europeias. De onde acha que vêm os capitais de risco que financiaram empresas como a Chipidea ou a I Dreams??? Como é que acha que a bolsa portuguesa ganhou 25% no ano passado, servindo de importante fonte de financiamento para as empresas nacionais? De onde veio esse dinheiro? A resposta é simples: veio do estrangeiro, trazido pelos private equities e fundos de investimento norte-americanos e europeus, que por sua vez se alavancaram junto da banca - a tal que tem critérios de concessão de crédito pouco rigorosos - para comprar acções das empresas portuguesas.

III. «Ou seja: provocaram a crise e agora somos nós que temos de a pagar» - Era bom se as coisas fossem assim tão simples. Aqui não há culpados nem inocentes: ninguém obrigou os bancos e as seguradoras europeias a comprarem créditos de subprime aos bancos norte-americanos, através de operações de securitização massivas.

Diogo disse...

Seja benvindo Nicolaias. Li o artigo do seu link. Onde é que queremos chegar?

Zorze disse...

E daí ? Que venha a Guerra Total.
Guerra Total it's the middle name da nossa Humanidade.
Que venha e venha com toda a força.
O descalabro, a desgraça, a miséria, o mau olhado, o azar, a má sorte...
A manipulação de poucos em colocar muitos uns contras os outros, é a melhor táctica.

Um abraço,
Zorze

Rikhard disse...

este senhor é um dos que escreveram o PNAC, o seu protegido Douglas Feith é outro louco, o mais interessante é que estes senhores são acusados de espionagem em favor de Israel por diversos sectores americanos, não é à toa que são parte de um lobby poderoso em prol de Israel.

eu nada tenho contra Israel, mas tudo contra os zionistas loucos que os desgovernam.

Apache disse...

Como isto foi dito há onze anos, espero que entretanto já lhe tenham prescrito medicação.

Anónimo disse...

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