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sexta-feira, abril 15, 2016

Ainda a propósito do caso Arrow Global envolvendo a ex-ministra das finanças Maria Luís Albuquerque - Todos os políticos em cargos de poder são funcionários bancários



Banca é refúgio para ex-ministros

Jornal Expresso - 2 de Outubro de 2010


Dirigentes do Bloco estudaram o percurso de 115 ex-governantes: 84 foram para a Banca ou tiveram uma ligação ao sector bancário, passando por órgãos sociais dos mais diversos bancos. Mais interessante ainda: desses 84 ex-governantes com ligação à banca, na grande maioria dos casos (56, ou seja, dois terços,) essa ligação não tinha antecedentes, e só surgiu depois da passagem pelo Governo.

Os dados apurados permitem aos autores sustentar a tese da "integração sistémica assegurada por estes dirigentes. São portadores de informação valiosa e de redes de influência. As responsabilidades partidárias, que se prolongam além dos cargos de governo e são valorizadas por estes, asseguram um canal permanente com várias dimensões do poder central e local", o que é um "ativo estratégico" para os empregadores.

A generalidade dos bancos reconhece a importância deste “ativo estratégico” e vai buscar ex-ministros e secretários de Estado (sobretudo os que passaram pelas finanças e economia, mas não só — basta pensar nos casos de Dias Loureiro e Armando Vara, que vinham da Administração Interna, ou Celeste Cardona, que foi ministra da Justiça). BES e BCP são, no universo analisado, os que mais apostaram nestas contratações — um em cada dez está ou esteve no BES, e quase um em cada cinco teve ou tem uma ligação ao BCP. Rui Machete, ex-ministro e barão social-democrata, conseguiu juntar as duas marcas no seu currículo. Também o grupo Champalimaud (e, depois, Santander) apostou forte em ex-governantes, quase todos do PSD.


Dias Loureiro, Armando Vara, Celeste Cardona e Rui Machete

A banca é o máximo denominador comum neste universo, mas os ex-governantes ganharam destaque nas mais variadas empresas e grupos económicos. Destaque-se o Grupo Mello pela sua tendência para dar novas oportunidades a ex-governantes — dos 115 analisados, contratou 16, com percursos tão diversos como Álvaro Barreto, António Vitorino, Nogueira Leite, Couto dos Santos ou Luís Filipe Pereira. As empresas públicas ou aquelas onde o Estado tem participação relevante também se tornam autênticos albergues de ex-governantes — veja-se a CGD, a PT ou a EDP.

Os autores notam que “muitos destes dirigentes político-empresariais tomam ainda formas de ‘participação cruzada’, tecendo pontes eficientes entre vários grupos económicos cujos órgãos sociais integram simultaneamente”. Casos notórios são Mira Amaral, Ferreira do Amaral, Murteira Nabo, Nogueira Leite ou Luís Todo Bom.

Por outro lado, esta contaminação entre política e negócios permite “a promoção de uma meteórica mobilidade social ascendente”, pois a passagem pelo Governo é “um condão que transforma dezenas de quadros técnicos, docentes universitários ou responsáveis partidários em administradores de empresas privadas ou participadas, com acesso a rendimentos absolutamente incomparáveis com os auferidos anteriormente”. O exemplo mais evidente é Vara, que chegou à política como bancário e saiu como banqueiro, mas há muitos outros, como Jorge Coelho ou José Penedos.

Os bloquistas apontam um terceiro aspeto deste fenómeno: a “forte promiscuidade”, com “governantes que transitam diretamente da tutela para a gestão de topo de empresas cujo quadro de atuação condicionaram imediatamente antes”. Há bons exemplos nas obras públicas (Ferreira do Amaral, Jorge Coelho, Luís Parreirão) e na energia (Pina Moura, Fernando Pacheco). A grande maioria dos ex-governantes portugueses que se dedicaram aos negócios privados têm ou tiveram uma ligação ao sector bancário — esta é uma das conclusões de uma pesquisa desenvolvida por cinco dirigentes do Bloco de Esquerda, que será editada em livro na próxima semana. “Os Donos de Portugal — Cem Anos de Poder Económico”, a que o Expresso teve acesso, da autoria de Francisco Louçã, Luís Fazenda, Fernando Rosas, Cecília Honório e Jorge Costa, faz um retrato do século republicano olhando para os detentores do poder económico.

Há anos que os dirigentes do BE denunciam a “promiscuidade” entre política e negócios, de que Armando Vara se tornou o caso mais paradigmático nos últimos anos. Agora, os bloquistas tentaram aprofundar a questão da “contaminação intensa entre poder de Estado e negócios privados”. Olharam para as “áreas governativas estratégicas da economia, finanças, obras públicas, emprego e planeamento” e identificaram 115 percursos individuais de ministros e secretários de Estado “com currículo empresarial e de negócios relevante”, nas palavras de Jorge Costa. Não é um levantamento exaustivo das carreiras profissionais dos ex-governantes, mas apenas daqueles que mais se destacaram no regresso ao privado.

[...]




Para que se perceba quais as características mais importantes que valorizam estes senhores, que após passarem pela vida politica, são procurados, não pela justiça, como seria de esperar mas por empresas diversas, dispostas a pagarem pelos serviços deles, fortunas.

E ninguém estranha que aqueles políticos que arruinaram Portugal, quando estiveram no governo, dando provas constantes de "incompetência", gestão danosa ou criminosa, traindo o estado que representaram, sejam depois tão procurados para gerir as grandes empresas??? As mais ricas? As mais bem sucedidas? Será que elas gostam de incompetentes? Ou será que os políticos, mesmo no governo, estiveram sempre a trabalhar para as empresas privadas? Favorecendo-as, em prejuízo do estado?

sexta-feira, abril 08, 2016

Uma senhora que já merecia ter batido com os costados num calabouço ...

Finanças atestam benefícios a firmas do grupo que contratou ex-ministra das Finanças e atual deputada do PSD - Maria Luís Albuquerque




LUSA - 29/03/16

Segundo o documento, no total, foram concedidos 423.428,99 euros, entre 2011 e 2015, a duas das subsidiárias do Arrow Global: White Star Asset Solutions (404.228,88 euros) e Gesphone (19.200,11 euros), a título de "majoração à criação de emprego" e "crédito fiscal extraordinário ao investimento".

O gabinete de Mário Centeno esclarece que só foram pedidos dados sobre quatro das empresas que constituem o universo Arrow Global junto da Secretaria-Geral do próprio Ministério das Finanças, da Entidade de Serviços Partilhados da Administração Pública, da Autoridade Tributária e Aduaneira, da Direção-Geral do Tesouro e Finanças, da Parpública e da Agência de Gestão da Tesouraria e Dívida Pública.



ECONÓMICO - 06/03/2016

Ainda não está esclarecido se há incompatibilidade entre o cargo de deputada e as funções de administradora não executiva na Arrow Global, mas já é público que a ex-ministra das Finanças, Maria Luís Albuquerque, vai receber cerca de cinco mil euros brutos por mês. De acordo com a edição de hoje do jornal Diário de Notícias, nas novas funções em Manchester – sede da Arrow Global – Maria Luís Albuquerque irá trabalhar, em média, dois a quatro dias por mês e terá que marcar presença em dez reuniões por ano, altura em que a empresa reúne todos os administradores. Fonte próxima da ex-ministra citada pelo DN refere que este ‘timing’ de trabalho é “perfeitamente conciliável” com as obrigações no Parlamento.

A este valor (cinco mil euros mensais) a ex-ministra do governo de Passos Coelho acrescenta os 3.426,48 euros mensais que recebe como deputada sem exclusividade.

As dúvidas quanto à nomeação de Maria Luís Albuquerque foram lançadas pela porta-voz do Bloco de Esquerda, Catarina Martins, que lembrou que a Arrow Global comprou dívida do Banif em 2014, quando a deputada do PSD ainda tutelava o Ministério das Finanças, logo com responsabilidades no sector da banca.

segunda-feira, abril 06, 2015

O acidente pascal que deixaria eufórica a esmagadora maioria dos portugueses (em formato Facebook). A GNR atribui ao excesso de Austeridade o contentamento generalizado da população...



Zé de Portugal

5/4 às 21:46 · Editado

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Um despiste, na madrugada do dia 4 de Abril, próximo da localidade de Benfeita, provocou quatro mortos, tudo malta da Área da Governação: Cavaco Silva, Pedro Passos Coelho; Paulo Portas e Maria Luís Albuquerque, e um ferido grave - José Sócrates - que os bombeiros não sabem prever quando será possível desencarcerar.

Políticas pouco transparentes e relações escorregadias com o Grande Dinheiro terão sido as causas prováveis do acidente.




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Dez milhões de portugueses e duas outras pessoas gostam disto.

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terça-feira, março 10, 2015

O embuste Syriza - ou uma forma encontrada pelo Monopólio Financeiro para serenar o crescente sentimento de rebelião das populações



Na imagem, uma criança usufruindo da sua zona de conforto depois da casa onde vivia ter sido penhorada, porque os pais, ambos desempregados, ficaram a dever 30 cêntimos ao Fisco...


Cronologia da extorsão e de uma tentativa de amansamento da população

1 - Subitamente e SIMULTANEAMENTE, em todo o Planeta, o Monopólio Banqueiro Mundial (nas mãos de meia-dúzia de indivíduos) forja uma «Crise Financeira Global». Ali, é a crise dos subprime; acolá, são os produtos tóxicos; além são as «imparidades bancárias»; algures, é a incompetência dos banqueiros; aqui é a corrupção dos banqueiros, alhures é o dinheiro que se evapora dos bancos, etc. Em suma, por uma extraordinária coincidência e pelos mais variados motivos, a «Crise Financeira Global» aconteceu em todo o lado ao mesmo tempo. Este facto é claramente indiciador de que toda a banca mundial age a uma só voz e é propriedade de uma pequena elite.




2 - Consequentemente, e para evitar um efeito dominó (ou de contágio) de cariz financeiro de consequências "catastróficas", os «representantes eleitos - políticos» de todos os países afadigaram-se em recapitalizar os bancos à custa dos respetivos contribuintes. Nunca, na história da humanidade, tantas «indústrias financeiras» receberam tanto apoio monetário de tantos pagadores de impostos...




3 - Neste esforço para aguentar a «Indústria Financeira», sem a qual (segundo a esmagadora maioria dos comentadores mediáticos) a vida económica no planeta seria insustentável, o Monopólio Financeiro Mundial criou, e falando apenas da Europa, os «Serviços da Dívida», os «Memorandos da Troika», as «Políticas de Austeridade», as «Reformas do Estado», as privatizações das empresas nacionais lucrativas, etc., etc., etc...




4 - Contudo, perante a crescente revolta das populações que, com tanto de estúpidas como de ingratas, não sabem reconhecer o esforço que a «Indústria Financeira» têm feito por elas, o Monopólio Financeiro Mundial achou por bem, e graças ao seu apoio financeiro e mediático, substituir alguns partidos do «Centrão» por partidos de «Esquerda Radical». Isto, para acalmar a ira das populações...



5 - Desta forma, a Grande Finança subsidiou e propagandeou na Grécia o partido Syriza (Coligação da Esquerda Radical ) para substituir o PASOK (o PS grego) nos partidos que formavam o Centrão grego. Em Espanha, a Grande Finança está a subsidiar e a propagandear o partido «Podemos», que já aparece como vencedor no caso de umas eleições gerais em Espanha com 27,7 % dos votos em comparação aos 26,2 % do PSOE (PS) e 20,7 % do PP (PSD).




6 - O Syriza, que antes de ter vencido as eleições, prometia partir a loiça toda - recusar o pagamento da «Dívida», rasgar o memorando da Troika, dizer não às privatizações, acabar com a Austeridade, etc. - em menos de uma semana após as eleições virou o bico ao prego e deu uma volta de 180º.




7 - O Monopólio Banqueiro Mundial, para tentar manter a aparência de veracidade da «revolução grega», deu instruções a alguns dos seus actores (melhor dizendo, lacaios) na Alemanha, em Portugal e no grego Syriza, para protagonizarem uma pequena comédia cujo guião consistiria no seguinte:



a) A Chanceler alemã, Angela Merkel, e o Ministro das Finanças alemão, Wolfgang Schäuble, dariam a impressão que é a Alemanha que anda a sustentar isto tudo e mostrar-se-iam irredutivelmente contra qualquer mudança de políticas não austeritárias.


b) O Primeiro-ministro de Portugal, Passos Coelho, e a Ministra das Finanças, Maria Luís Albuquerque, mostrar-se-iam absolutamente solidários com as posições do governo alemão, reforçando que mais austeridade é o caminho certo para a prosperidade, e dando um valente puxão de orelhas ao Syriza, aos gregos em geral e a outras populações europeias pouco dadas a sair da sua zona de conforto...


c) O Primeiro-ministro grego, Aléxis Tsípras, e o seu Ministro das Finanças, Yanis Varoufakis, mostrar-se-iam triunfantes por terem afrontado os grandes poderes financeiros europeus e mundiais, embora sem terem conseguido qualquer resultado.


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Num futuro que se espera para breve, banqueiros (too rich to jail), políticos (too corrupt to run a country) e jornalistas-comentadores (too deceivers to inform) - but not too wet to burn,

Serão justiçados por cidadãos too tired to be austerized:


segunda-feira, setembro 01, 2014

A Hidra Financeira tem meia dúzia de cabeças a soldo mas os portugueses são dez milhões. A estes seria muito mais fácil cortar literalmente as cabeças da Hidra do que sofrer os cortes impostos por ela. Estamos à espera exatamente de quê?


1 - O roubo aos cidadãos para oferecer aos «pobres» Bancos



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2 - A resposta cidadã aos políticos vendidos à Banca



Quando os cortes começam a atingir os corruptos «cortadores».
(As duas últimas imagens são uma composição minha no Photoshop)

Um cidadão mais afoito corta uma das cabeças da Hidra Financeira. Que muitos outros lhe sigam o exemplo ou vamo-nos a sujeitar, de braços cruzados, a continuar a ser vampirizados pela mais asquerosa escumalha do planeta?

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A «Austeridade» não passa de uma fraude imensa

Isto irá continuar até que uma percentagem significativa da população acorde de vez e compreenda que tem de ser ela mesma (a população) a proceder aos verdadeiros cortes.

Já não é segredo para ninguém que as populações, graças à violência de uma Máfia Financeira, estão hoje a ser conduzidas ao empobrecimento, à precariedade, ao desemprego, ao desespero, às pensões de miséria, à doença, à fome, ao suicídio e à morte.

E é forçoso perceber que os poderes que nos deveriam defender – o Executivo, o Legislativo, o Judicial e o Mediático – estão de corpo e alma nas mãos de uma Máfia Financeira. (com a Justiça (aquela que não está igualmente a soldo) e a Polícia de mãos atadas graças a uma legislação confeccionada à medida dos interesses dessa Máfia).

Os habitantes de um bairro nova-iorquino que se juntam para aniquilar um bando mafioso (que nunca é apanhado porque tem no bolso os políticos, os juízes e os polícias locais), estão a utilizar a violência de uma forma justa.

Permitir, de braços cruzados, em nome de um pacifismo «politicamente correcto», que crimes que destroem países inteiros sejam perpetrados por máfias financeiras coadjuvadas por políticos corruptos, legisladores e juízes venais e comentadores mediáticos a soldo, isso sim, é um crime monstruoso.



Quando os portugueses perceberem que cortes devem, de facto, ser feitos,
empunhe-se, não a tesoura mas o machado. E que as cabeças comecem a rolar!


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Paulo Morais, professor universitário - Correio da Manhã – 19/6/2012

[...] "Estas situações de favorecimento ao sector financeiro só são possíveis porque os banqueiros dominam a vida política em Portugal. É da banca privada que saem muitos dos destacados políticos, ministros e deputados. E é também nos bancos que se asilam muitos ex-políticos." [...]

[...] "Com estas artimanhas, os banqueiros dominam a vida política, garantem cumplicidade de governos, neutralizam a regulação. Têm o caminho livre para sugar os parcos recursos que restam. Já não são banqueiros, parecem gangsters, ou seja, banksters."

segunda-feira, agosto 18, 2014

De como as “Notícias” são veiculadas pelos «Merdia Venais» de forma a que mais de 99% da população não perceba como está a ser espoliada...


Retrato de uma Cabra


Maria Luís Albuquerque (desde 2/7/2013, Ministra das Finanças de Portugal)


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Jornal Público - 13/08/2014

Este título do «Público» significa, tão simplesmente, o seguinte:

1 - Que o Estado – ou seja, (quase) todos os contribuintes – emprestaram ao BES mais de 10.000 milhões de euros. Vá o diabo saber porquê, porque o BES pode pedir o dinheiro que quiser ao Banco Central Europeu (BCE) a juro próximo do zero.

2 – Que os contribuintes portugueses nunca mais vão recuperar esse dinheiro. Este irá ser retirado (por "políticos" cujo nível de corrupção merece a pena capital) aos salários, às pensões, à saúde, à educação e aos apoios sociais.

3 – Que a expressão «Exposição do Estado à crise no BES» está escrita em econocorruptês – uma linguagem utilizada por jornalistas corruptos (com alguns conhecimentos de economia e finanças) para deixarem os seus leitores completamente às escuras.


Totalmente às ordens do Poder Financeiro Mundial, a ministra Maria Luís Albuquerque tem por missão empobrecer os portugueses, conduzi-los à miséria, despejá-los das casas e matá-los – seja por falta de apoio médico, pela fome ou pelo suicídio causado pelo desespero. Entretanto, alguma entidade financeira há-de criar-lhe uma choruda conta num qualquer paraíso fiscal (pelos serviços prestados).


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Um povo que usar todas as armas à sua disposição (já que sonegado de todas as entidades que o deveriam defender), contra a Máfia do Dinheiro acolitada por políticos corruptos, legisladores venais, boa parte dos juízes ligados à política e comentadores a soldo, cujos roubos financeiros descomunais destroem famílias, empresas e a economia de um país inteiro, esse povo está a utilizar a violência de uma forma justa.

Num país em que os políticos, legisladores e comentadores mediáticos estão na sua esmagadora maioria a soldo do Grande Dinheiro, só existe uma solução para resolver a «Crise»... Somos 10 milhões contra algumas centenas de sanguessugas...


Fernando Madrinha - Jornal Expresso de 1/9/2007:

[...] "Não obstante, os bancos continuarão a engordar escandalosamente porque, afinal, todo o país, pessoas e empresas, trabalham para eles. [...] os poderes do Estado cedem cada vez mais espaço a poderes ocultos ou, em qualquer caso, não sujeitos ao escrutínio eleitoral. E dizem-nos que o poder do dinheiro concentrado nas mãos de uns poucos é cada vez mais absoluto e opressor. A ponto de os próprios partidos políticos e os governos que deles emergem se tornarem suspeitos de agir, não em obediência ao interesse comum, mas a soldo de quem lhes paga as campanhas eleitorais." [...]

sexta-feira, agosto 15, 2014

O assédio vergonhoso aos portugueses por parte da Ministra das Finanças - Maria Luís Albuquerque.




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A «Austeridade» não passa de uma fraude imensa

Isto irá continuar até que uma percentagem significativa da população acorde de vez e compreenda que tem de ser ela mesma (a população) a proceder aos verdadeiros cortes.

Já não é segredo para ninguém que as populações, graças à violência de uma Máfia Financeira, estão hoje a ser conduzidas ao empobrecimento, à precariedade, ao desemprego, ao desespero, às pensões de miséria, à doença, à fome, ao suicídio e à morte.

E é forçoso perceber que os poderes que nos deveriam defender – o Executivo, o Legislativo, o Judicial e (até) o Mediático – estão de corpo e alma nas mãos de uma Máfia Financeira. (com a Justiça e a Polícia de mãos atadas graças a uma legislação confeccionada à medida dos interesses dessa Máfia).

Os habitantes de um bairro nova-iorquino que se juntam para aniquilar um bando mafioso (que nunca é apanhado porque tem no bolso os políticos, os juízes e os polícias locais), estão a utilizar a violência de uma forma justa.

Permitir, de braços cruzados, em nome de um pacifismo «politicamente correcto», que crimes que destroem países inteiros sejam perpetrados por máfias financeiras coadjuvadas por políticos corruptos, legisladores e juízes venais e comentadores mediáticos a soldo, isso sim, é um crime monstruoso.



Quando os portugueses perceberem que cortes devem, de facto, ser feitos,
empunhe-se, não a tesoura mas o machado. E que as cabeças comecem a rolar!
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terça-feira, abril 15, 2014

Retrato de uma cabra


A «nossa» atual Ministra das Finanças

Maria Luís Albuquerque


Uma das responsáveis maiores pela miséria e desespero de milhões de portugueses


Maria Luís Albuquerque é casada com o jornalista António de Albuquerque. Este, dispensado do Diário Económico, propriedade do grupo Ongoing, em Abril de 2013, foi nomeado Consultor na EDP, empresa cuja privatização foi responsabilidade da sua mulher, no início de Julho desse ano.

Maria Luís Albuquerque licenciou-se em Economia na Faculdade de Economia da Universidade Lusíada de Lisboa em 1991 e é Mestra em Economia Monetária e Financeira pelo Instituto Superior de Economia e Gestão da Universidade Técnica de Lisboa desde 1997.

Foi técnica superior na Direcção-Geral do Tesouro e Finanças entre 1996 e 1999, técnica superior do Gabinete de Estudos e Prospectiva Económica do Ministério da Economia entre 1999 e 2001, desempenhou funções de assessora do Secretário de Estado do Tesouro e das Finanças em 2001, foi Diretora do Departamento de Gestão Financeira da REFER entre 2001 e 20076 e coordenou o Núcleo de Emissões e Mercados do Instituto de Gestão da Tesouraria e do Crédito Público entre 2007 e 2011.

Em junho de 2010, enquanto técnica da Agência de Gestão da Tesouraria e da Dívida Pública (IGCP) aprovou um swap da Estradas de Portugal. Mais tarde, já como ministra, garantiu que esteve afastada deste tema enquanto trabalhou no IGCP (entre 2007 e 2011). "Enquanto estive no IGCP, não tive qualquer contacto com swaps, nem do IGCP nem de natureza nenhuma", referiu numa primeira audição na Assembleia da República, a 25 de Junho de 2013.




Foi cabeça de lista dos candidatos a deputado pelo PSD em Setúbal em 2011. Desde esse ano, exerceu funções de Secretária de Estado do Tesouro no XIX Governo Constitucional de Portugal, até 1 de julho de 2013, altura em que foi indigitada para as funções de Ministra de Estado e das Finanças, substituindo Vítor Gaspar.

Foi docente na Universidade Lusíada de Lisboa,6 no Instituto Superior de Economia e Gestão e no pólo de Setúbal da Universidade Moderna entre 1991 e 2006. Enquanto docente da Universidade Lusíada, foi professora de Pedro Passos Coelho.


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BPNgate e SWAPgate

Maria Luís Albuquerque é daquelas aves raras que permanecem eternamente a saltitar de tacho em tacho, pelos governos, maquinando coisas, encobrindo outras e escapando sempre ilesa, sempre bem protegida. Possuidora de um bom currículo, que já vem desde o governo Sócrates, onde foi responsável por decidir os contornos ruinosos, para o Estado, da nacionalização do BPN.




Diário de notícias (29/04/2012) - BPN: A fraude que pode custar 8,3 mil milhões de euros


No vídeo abaixo, o Professor Paulo Morais denuncia um caso de promiscuidade e nepotismo, protagonizado pela protagonista do Swatgate, Maria Luís Albuquerque.

Antes de ser a atual secretária de estado do Tesouro do Governo de Passos Coelho, Maria Luís Albuquerque, trabalhava para o governo de Sócrates, com um secretário de estado socialista, e curiosamente quando chegou ao governo PSD, fez questão de levar com ela, para sua chefe de gabinete, a esposa desse secretário de estado socialista. Favores com favores se pagam.

Paulo Morais garante que esta é mais uma das conhecidas formas de evitar que se divulguem ou revelem as partes indesejadas dos conteúdos dos dossiers. Mantendo nos cargos os que ajudaram a realizar as tais tarefas duvidosas, ou contratando, apenas amigos e familiares da sua confiança.




quinta-feira, outubro 17, 2013

A ministra das Finanças, Maria Luís Albuquerque (agente manifesta da Banca), sonda lascivamente até que ponto a mãe Pátria pode ser sugada


Um instantâneo da ministra das Finanças, Maria Luís Albuquerque, apanhada em pleno acto governativo, colocando em prática toda a sua "expertise" política numa mescla, que alguns considerariam impúdica, de trabalho, prazer e o bebericar sucos naturais:


Aos menos atentos às tricas políticas (mas tendo frequentado a Alliance Française), a resposta é:
- Non! La ministre Maria Luís Albuquerque, elle n'use pas moustache!


A Mãe Pátria, não particularmente apreciadora deste tipo de intrusões linguísticas (muito mais criminosas que libidinosas), aguarda o momento ideal para cerrar rápida e vigorosamente as coxas, esmagando, assim, uma das cabeças (de terceira ordem) da Hidra Bancária que tem andado a sugar Portugal, a Europa e o Mundo.