terça-feira, junho 14, 2005

A justiça ou é cega ou não quer ver




Michael Jackson absolvido

O júri do tribunal de Santa Maria, Califórnia, considerou o cantor inocente dos dez crimes de que era acusado e que incluíam abuso sexual de um menor. A absolvição põe fim a quatro meses de um dos julgamentos mais mediáticos de que há memória



Comentário:
Ao saber da decisão do júri da Califórnia, várias personalidades portuguesas sentiram-se profundamente indignadas e consideraram que, neste caso, não foi feita justiça. Seguidamente alguns dos que, justificadamente, se pronunciaram:



Carlos Cruz - Apresentador de televisão, que responde por seis crimes de abuso sexual.



Hugo Marçal - Advogado de formação vai a julgamento por 22 crimes de lenocínio e 14 de abuso sexual.



Jorge Ritto - Diplomata de carreira, é acusado de sete crimes de abuso sexual e dois de lenocínio, e chegou a estar preso preventivamente. Admitiu o relacionamento homossexual com jovens mas negou que fossem menores.



Manuel Abrantes - Antigo provedor da Casa Pia, 50 anos, esteve preso preventivamente durante pouco mais de um ano e responde por 51 crimes, desde abuso sexual de crianças a lenocínio.



João Ferreira Diniz - O "médico do Ferrari", como foi apelidado por crianças da Casa Pia, é acusado de 18 crimes de abuso sexual.

3 comentários:

marujo disse...

o que eu penso é que estes tipos, agora, têm sólidos motivos jurídicos para pedirem asilo aos EUA...

Anónimo disse...

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