quinta-feira, julho 14, 2005

Londres 7/7/2005 - Um “atentado” à inteligência

13 de Julho de 2005

Vários factos estranhos estão associados ao recente atentado em Londres. O diálogo seguinte teve lugar na tarde do dia dos atentados (7 de Julho de 2005) na rádio da BBC. O repórter da BBC entrevistou Peter Power, Director Chefe da empresa Visor Consultants, que se define a si própria como uma empresa de consultoria para a “gestão de crises”. Power é um ex-funcionário da Scotland Yard.


Uma coincidência?

POWER: Às nove e meia da manhã estávamos efectivamente a realizar um exercício, utilizando mais de mil pessoas, em Londres, exercício esse baseado na hipótese de acontecerem explosões simultâneas de bombas, precisamente nas estações de metro onde elas aconteceram esta manhã, por isso ainda estou estupefacto.

BBC: Sejamos claros, você estava e efectuar um exercício para testar se estavam à altura de um acontecimento destes, e ele aconteceu enquanto faziam o exercício?

POWER: Exactamente, e foi cerca das nove e meia da manhã. Nós planeámos isto para uma empresa, que por razões óbvias não vou revelar o nome, mas eles estão a ouvir e vão sabê-lo. Estava numa sala cheia de gestores de crises e, em menos de cinco minutos, chegámos à conclusão que aquilo era real, e portanto passámos dos procedimentos de exercícios de crise para uma situação real.


Peter Power


Porque é que estes comentários impressionantes não foram publicados nos media do Reino Unidos e dos Estados Unidos? Esta situação é impressionantemente semelhante ao acontecido no 11 de Setembro, que foi reportado no Boston Globe.


O Sr. Power repetiu estas declarações na televisão (ITN). O clip de vídeo de dois minutos está disponível aqui.


Outro excerto sobre este assunto no website da CBC, uma emissora de televisão canadiana aqui.





Gestão de crises: Quando surge uma emergência como o atentado de Londres, o público vira-se instintivamente para a ajuda de profissionais. Falámos com dois especialistas que estão hoje em Toronto para a Conferência Mundial de Gestão de Desastres. Adrian Gordon é o Director Executivo do Centro Canadiano para a prevenção de Emergências, e Peter Power é o Director Chefe de uma empresa sedeada em Londres, a Visor Consultants, especializada em gestão de crises – que na manhã de 7 de Julho de 2005 estava, por acaso, a levar a cabo um exercício de segurança para uma firma privada, simulando múltiplas explosões de bombas no Metropolitano de Londres, exactamente nas estações que foram atacadas na realidade.

E aqui está um clip de dois minutos de Power a contar esta história na CBC.


Blair opõe-se à investigação dos atentados?

E no muito respeitado Financial Times vem um artigo intitulado: Blair rejeita pedidos para a investigação dos atentados.

Tony Blair rejeitará na Segunda-Feira pedidos dos Conservadores para um inquérito aos ataques bombistas da passada semana, insistindo que isso desviaria as atenções da tarefa de encontrar os executores do atentado.”

Será que faz algum sentido? Porque é que uma investigação não ajudaria a prevenir que uma coisa destas acontecesse novamente? A postura de Blair é visivelmente similar às anteriores oposições tanto do presidente Bush como do vice-presidente Cheney para a instituição de uma comissão independente que investigasse o 11 de Setembro.



Comentário:

Vejam cuidadosamente todos os links deste artigo e verifiquem, com os vossos próprios olhos, os clips televisivos e os artigos de jornais que apresentam esta coisa espantosa:

Enquanto uma empresa, a Visor Consultants, efectuava um simulacro de atentados bombistas em estações de Metro londrinas, terroristas suicidas “autênticos”, “supostamente ligados à Al-Qaeda”, levavam à prática um verdadeiro atentado, exactamente à mesma hora, exactamente nas mesmas estações de Metro e exactamente com os mesmos meios que os simuladores da Visor Consultants preconizavam na sua simulação.

Isto diz-nos tudo acerca da ameaça terrorista, dos verdadeiros terroristas e da verdadeira identidade da Al-Qaeda!

E, diz-nos tudo, também, acerca dos que clamam por um controlo mais apertado das telecomunicações e sobretudo da Internet. Porque a Internet constitui, hoje, praticamente a única fonte de informação que os verdadeiros terroristas ainda não controlam. A favor desse controlo estão os lacaios do terrorismo: os Madrinhas, os Vitorinos, os Rogeiros, os Pachecos e tantos outros.

Observem bem os links deste artigo e tirem as vossas conclusões!